RÁDIO SATURNO = MARCHA NUPCIAL # OFICIAL # ORIGINAL # AUTÊNTICA
EXISTEM VÁRIOS DIAS ESPECIAL NA VIDA DE UMA PESSOA, O NASCIMENTO, O CASAMENTO, O PRIMEIRO FILHO, A FORMATURA NA FACULDADE, MAS NÃO HÁ DE SE COMPARAR QUANDO CHEGAMOS AO ALTAR, AO SOM DA MARCHA NUPCIAL.
ACIDENTE EM 29 DE NOVEMBRO DE 2.016 NA COLOMBIA, COM AVIÃO DA LAMIA.
RELATÓRIO DOS FATOS:
Um acidente de avião na Colômbia matou, segundo as autoridades, 77 pessoas. À bordo estavam 19 jogadores da Chapecoense, que participaria pela primeira vez de uma final da Copa Sul-Americana. Vinte e um jornalistas acompanhavam a viagem mais importante do time catarinense. A lista total de passageiros da companhia LaMia tinha 81 nomes. O acidente aconteceu de madrugada dessa terça-feira, dia 29 de novembro de 2.016.
A delegação da Chapecoense saiu às 15h15 do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, em um voo comercial em direção a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Lá, pegou um avião fretado da companhia boliviana LaMia com destino a Medellín.
Cai avião que levava o time e jornalistas para Medellin.
Por volta das 22h no horário local, 1h em Brasília, entre o município de La Ceja e La Unión, o piloto declarou emergência e avisou a torre de controle que o avião estava com uma pane elétrica. Minutos depois, o piloto teria despejado o combustível, segundo a imprensa local, e tentou fazer um pouso de emergência em Cerro Gordo, município de La Unión, uma região montanhosa a cerca de 30 quilômetros do Aeroporto Internacional de Medellín.
O local do acidente é de difícil acesso e choveu forte durante a madrugada. Segundo o jornal colombiano El Tiempo, os socorristas conseguiram chegar ao local só duas horas depois e encontraram o avião desintegrado com fuselagem espalhada por uma área de 100 metros, segundo o comandante do Corpo de Bombeiros. Setenta e cinco pessoas morreram na hora.
Em um primeiro momento, cinco foram resgatadas com vida. O primeiro a chegar ao hospital de La Ceja, por volta das 2h no horário local, 5h em Brasília, foi o jogador Alan Ruschel. Testemunhas contam que ele estava em estado de choque perguntando pela família. Alan passou por uma cirurgia e os médicos dizem que a situação dele é estável.
Durante a manhã, um momento de alegria: as equipes de resgate encontraram mais um sobrevivente debaixo da fuselagem do avião: o zagueiro Hélio Hermito Zampier Neto, que foi levado a um hospital com trauma cranioencefálico.
A Aeronáutica Civil da Colômbia chegou a publicar uma lista com seis sobreviventes da tragédia: a aeromoça Ximena Suárez, o técnico de aeronave Erwin Tumiri, o jornalista Rafael Henzel e três jogadores: Alan Ruschel, Jackson Follmann e Danilo Padilha. Mas no meio da manhã, mais uma notícia triste: o goleiro Danilo, de 31 anos, não resistiu e morreu no hospital.
O time estava muito feliz, nunca tinha chegado tão longe. Antes de embarcar em Guarulhos, os jogadores fizeram um vídeo publicado em uma rede social.
A delegação da Chapecoense viajou para Medellín com 22 jogadores, além do pessoal da comissão técnica e da diretoria do clube.
FLASH BACK INTERNACIONAL CANTORES BRASILEIROS QUE FIZERAM SUCESSOS NA DÉCADA DE 70 E 80 CANTANDO EM INGLÊS.
Nos anos 70, a maior parte da programação das rádios brasileiras eram de canções estrangeiras. Os Disc-Jockeys, hoje chamados de Djs, repetiam em seus programas o grande fenômeno que acontecia no mercado fonográfico brasileiro - artistas brasileiros fazendo grande sucesso ao compor e cantar em inglês usando pseudônimos.
Que eu me lembre agora, cantores como Terry Winter, Malcolm Forrest, Pete Dunaway, Mark Davis (Fábio Júnior), Uncle Jack (Fábio Júnior), Tony Stevens (Jessé), Christie Burgh (Jessé), Morris Albert, Dave Maclean, Michael Sullivan, Patrick Dimon, Don Elliot (Ralf, da dupla Cristian e Ralf), Chrystian (da dupla Cristian e Ralf), Steve Maclean, Paul Bryan, Pholhas, Michael Sullivan, Dave MacLean, Richard Young, Paul Denver, Christian Burgh, Edward Cliff, Pete DunaWay, Paul Jones , Light Reflections, Tony Stevens, Malcolm Forrest, Pete DunaWay, foram alguns deles, além dos grupos Harmony Cats, Light Reflections, The Clocks, Sunday, Lee Jackson, Pholhas, entre tantos outros. Ainda hoje encontramos cantores e bandas com essas características, porém, cantam em inglês por motivos bem diferentes, como por exemplo, terem o seu mercado e a grande maioria dos fãs no exterior.
Na época, ninguém imaginava que aquelas lindas canções que conquistavam a todos e invadiam as rádios, as famosas "brincadeiras", os bailes e os temas das novelas, eram criadas, produzidas e cantadas por nós mesmos. Eram brasileiros cantando em inglês, uma exigência de consumo da época, quando a música estrangeira tomava conta do mercado brasileiro e a própria preferência do público pendia para a música internacional naquele momento.
E as gravadoras, para manter os lucros em alta, embarcaram nessa onda. Além do mais, pagar direitos autorais aos artistas estrangeiros onerava muito mais as gravadoras do que as despesas com cantores tupiniquins. A grande maioria desses artistas já eram músicos e cantores experimentados. Uns eram profissionais de estúdios de gravação; outros cantavam em bares e bailes, mas, praticamente todos, profissionais anônimos.
O sucesso das primeiras trilhas internacionais das novelas certamente contribuiu para difundir este fenômeno musical. Somando-se a isto, ainda temos o baixo custo dos artistas nacionais. Foram quase uma década de mistério e pouco se sabia sobre eles. Dos vários artistas que embarcaram nessa onda, alguns se deram muito bem, e outros, sumiram completamente da mídia após o fim do movimento. A mania dos cantores made in Brazil começou a decair no início dos anos 80, quando a música brasileira ganhou mais espaço nas rádios. Texto: Kika Teixeira.
Na primeira metade dos anos 70, surgiu uma leva de cantores e grupos brasileiros que adotaram pseudônimos estrangeiros e passaram a gravar músicas em inglês, pois entrava em operação no Brasil, as Rádio em Frequência Modulada, as FMs. Na época, a música internacional no idioma inglês tomava conta do mercado fonográfico, muito por conta das trilhas sonoras das novelas televisivas. O sucesso dessas primeiras trilhas internacionais das novelas contribuiu para difundir este movimento "made in brazil", em que cantores brasileiros passaram a gravar temas na língua estrangeira para que suas gravações fossem inseridas nos discos de trilhas internacionais das novelas.
RÁDIO SATURNO, A RÁDIO DIFERENTE. AS DEMAIS...., SÃO TODAS IGUAIS.
FLASH BACK DO PAULO EDUARDO DE PIRACICABA-SP.
Músicas: "A brincadeira do anel" & "Pra derreter"
Vida profissional de Paulo Eduardo Temples Delgado:
Sua mãe pensou em da-lhe o nome de Paul Simon Temple, mas ficou sendo Paulo Eduardo Temple Delgado. Bisneto de ingleses, nascido a primeiro de setembro de 1959, em Rio Claro, o comunicador Paulo Eduardo é filho de Dayse Mary Temple Delgado, bibliotecária e do militar Waldir Oliveira Delgado. Desde garoto Paulo queria falar no rádio, ainda muito novo ia com seus coleguinhas ao campo de futebol, enquanto eles jogavam futebol, Paulo com uma latinha de extrato de tomate usada à semelhança de um microfone “transmitia” o jogo.
Disse o Paulo: Comecei no Rádio aos 14 anos de idade, já como locutor na Rádio Educação e Cultura de Rio Claro SP. Logo depois fui para Araras SP, onde trabalhei na Radio Fraternidade FM (quando as FMs ainda transmitiam em mono), Rádio Centenário AM e Clube AM. Em 1980, fui contratado pela Rádio Manchete FM de São Paulo e logo depois pela Rádio América AM, também da capital paulista. Trabalhei nas duas por algum tempo e depois, ao assumir a Direção Artística da America e da Rede L&C de rádio, fiquei apenas no AM. Neste período, contratei para a Rádio America o Gugu Liberato, que na TV era um grande sucesso com o ¨Viva a Noite¨ e no Rádio apresentava o ¨Viva Feliz. Ainda neste período como Diretor Artístico, cuidava da programação das emissoras da Rede Paulinas (América SP , Radia Carioca RJ , Radio Cultura de Salvador e Rádio Olinda PE). Em 1983 fui para a Rádio Capital de SP e trabalhei ao lado de colegas queridos como Ely Correa, Paulo Lopes, Sonia Abrão, Zé Bettio, Osvaldo Bettio, Paulinho Boa Pessoa, Zé Russo, Sergio Cursino, entre outros.
Em 1985 um novo desafio. Foi contratado para apresentar e dirigir a Rádio Jornal de Limeira SP, AM e FM. Alem de Limeira, o Sistema Jornal também tinha emissoras em Rio Claro (Cultura AM e Clube AM e FM, Piracicaba (Alvorada AM e 97 FM), Americana (Jornal AM). Participou da implantação da TV Jornal de Limeira Canal 55. Depois de 12 anos no Sistema Jornal de Rádio e Televisão, voltou para São Paulo, para apresentar um programa de auditório ¨Laços de Amizade¨, em Rede Nacional, pela CNT/GAZETA, e também voltei a Rádio Capital, onde fiquei por mais oito anos. Durante este período também começou a dar aulas no SENAC de SP, no curso de Locução. Em 2005, fui contratado novamente pelo Sistema Jornal de Rádio e TV para dirigir a Rádio Clube AM de Rio Claro e implantar a Rádio Globo AM em Piracicaba, onde também apresentava o programa ¨Manhã da Globo¨ ao lado de nomes famosos como Padre Marcelo Rossi, Antonio Carlos, Pedro Trucão, Oscar Ulisses, Leão Lobo, entre outros.
Veio a Piracicaba, fiz uma pesquisa de campo e vi que não havia nada com esse perfil, e todos sabem da importância de Piracicaba. Lançamos o programa na TV Beira Rio, chamava-se Piracicaba Agora, onde ficou no ar por dois anos e meio, e a 10 meses está na Rede Opinião de Televisão, ela tem uma abrangência regional. O programa passou a se denominar Opinião Geral. Trabalho no rádio há 36 anos, estou fora do rádio a 7 meses, infelizmente o rádio, e isso não é valido só para Piracicaba, mas para qualquer lugar, inclusive São Paulo,, se qualquer gago, qualquer fanho, chegar em uma emissora e disser que quer fazer o programa de fulano e tem um bom patrocínio, o fanho estréia amanhã. As pessoas perguntam por que o rádio está sem talentos? Por culpa do radio difusor que prioriza o seu bolso em detrimento da qualidade. Perguntado a ele sobre no passado não bem distante: Quanto talento Piracicaba tinha no rádio? Você enchia uma folha com nomes. Hoje você girando o dial regional será que dá para contar com todos os dedos de uma mão? Na FM o locutor fala anasalado, piracicabano com sotaque de carioca, se fala caipira fala forçado, fora da realidade. Nem vou tocar no português, concordância é uma coisa que não existe: “o pessoal foram”, “a gente viemos”. Infelizmente o rádio está nivelado por baixo, com algumas exceções. É difícil encontrar quem tenha talento para falar ao microfone e talento para venda. O comunicador é romântico. Tambem trabalhou na Rádio Mix de Limeira e atualmente na Rádio Educadora de Piracicaba, com um programa a noite chamado: Turma do Namoro.
Paulo Eduardo Temples Delgado se candidatou ao cargo de Vereador na cidade de Piracicaba(SP)aparecendo na urna como PAULO EDUARDO DA TV fazendo uso do número 20555.
Sua candidatura foi pelo PSC-Partido Social Cristão através da coligação PSC - Partido Isolado. Tem como atividade Jornalista, Redator, Radialista, Cantor e Apresentador de TV. Nasceu em 01/09/1959.
Seu grau de instrução é Ensino Médio Completo e seu estado civil Casado.
Foi vereador na cidade de Limeira (SP), nos anos de 1993 a 1996