terça-feira, 23 de junho de 2020

HOUVE UM TEMPO QUE .....



HÁ SE O TEMPO PUDESSE VOLTAR E EU VIVENCIAR TUDO DE NOVO

Houve um tempo de um mundo mais colorido mas com outros matizes.

Eu e meus irmãos éramos crianças e tudo era muito diferente do que é hoje.

E nele a minha mãe nos colocava no banho e dizia: "vamos sair".

E então ela caprichava escolhendo a roupa mais nova e mandava-nos pentear o cabelo.

Geralmente era ao entardecer, e iamos, a família inteira visitar "uma casa de parentes ou amigos".

E como era caloroso aquele "chegar de surpresa". Como eu me sentia bem recebido.

E vale comentar aos mais novos, que nesse tempo que se chegava era de surpresa mesmo! Pois telefone só tinha fixo, era caro e praticamente não tinha em quase nenhuma casa.

Carta avisando só se fosse num lugar muito, muito longe. Foi um tempo que televisão era coisa da capital, coisas de famílias mais abastarda de dinheiro e automóvel então, era um bem acessível a alguns ricos a poucos aos assalariados.

Mas isso não era problema. Toda a família ia a pé, alegre e ansiosa para chegar. As vezes eram inesperadas, mas no final, tudo "funcionava feito um reloginho".

 Lembro-me de ouvir a frase mágica da satisfação pela visita: "O café está na mesa, comadre". 

E não era só café, tinha bolo de fubá ou de coco, pão de queijo, queijo fresco, pão de agua e sal, manteiga cremosa, doce de abobora, de batata doce, doce de figos em calda e até suco de fruta colhida do pé.

Lembro ainda, que depois vinha a vovó com sua licoreira, trazendo seus licores caseiros de folha de uva, de laranjeira, de pessego e figos. Depois ela retornava com seus trabalhos manuais; ricas toalhas de mesa e de cama em crochêt ou em tricô, verdadeiras rendas, tiradas de linhas e adornadas com suas criações incríveis de efeitos mais variados que a mente pode realizar.

Depois era a vez do nono a mostrar seus artezanatos como gaiolas, bancos, tábuas de pendurar toalhas e guarda-napos e até cadeiras de palhas ou taboas trançadas, ricas de perfeição. Ao quando mostrava-nos seu rádio receptor valvulados ou até mesmo seu rádio amador e sem contar o tocador de discos de carnaubas, com os grandes catpres da epoca, como Vicente Celestino, O Rei da Voz, Francisco Alves, Emilinha Borba, Carlos Gardem, Orquestras e até um bolachão da PRK30 que era de humor e ainda do Nhô Totico, e sem dizer nos bolachões de rádio novela, como A Cabana do Pai Tomas, O Morro dos Ventos Uivantes, O Direito de Nascer, Jerônimo o Herói do Sertão e outros como O Céu Uniu Dois Corações, Redenção, As Pupilas do Senhor Reitor e Meu Pedacinho de Chão.

Lembro-me de ouvir palavras que hoje estão em desuso, como "compadre e comadre". Essas palavras acompanhavam o senso de felicidade das conversas animadas, e eram a solidez e a estabilidade que o ambiente exalava. Recordo também da alegria de recebermos visitas em nossa casa, de ver minha unica irmã  preparando a mesa de café com a toalha pintada e florida, feita pela minha mãe, e sobre esta toalha florida, colocava as com guluseimnas, feita por ela com o que se tinha no nosso pomar.

Bem, esse tempo simplismente já não existe mais. Foi-se a época daquela cidadezinha pacata do interior, que todo mundo se conhecia todo mundo e que as portas e janelas ficavam abertas o dia todo e que a noite apenas colocava-se a tramela ou até encostava um saquinho de areia nela.

Na casa de minha nona, era de chão de tijolo, que de muito ser lavado, viravam um cochinho e que a gente brincava com bolinhas de gude, ou então, pegava o martelo do nono com uns pregos e enfiavamos nestes tijolos, que eram bem moles e fresquinhos de tanto a nona lavar com sabão de cinzas tirado de seu fogão a lenha.

Tenho a lamentar é que esse tempo passou. Foi-se a imagem da cidadezinha, das ruas, do coreto, da praça, dos jardins, da bandinha tocando no coreto da praça da matriz, as criançadas chupando sorvetes, comendo algodão doce, pipocas, pirolitos de guarda-chuvinha, do quebra queixo ou do pucha-pucha e se lambuzando na maças do amor ou emnpanturrado no canudinho de paçoquinha.

Tambem do flamboyant enorme florido. Foi-se também a imagem da menina brejeira que se debruçava na janela, olhando a banda passar. Era ela que sonhei um dia namorar e depois casar o que realmento ocorreu, uma menina educada, de boa família, amorosa, carinhosa e boa mãe de família, assim foi minha Zuleize, que com ele fiquei por 34 anos, 11 meses e 15 dias de casados, até que um dia, Nosso Senhor Jesus Cristo, levou ela para morar no céu.

Só resta a foto do passado esmaecido na memória de um tempo que no seu bojo traz uma infinita recordações e saudade, e que se foi intensamente vivido e que jamais será esquecido.

Hoje sinto que no meio em que vivo está tentando me transformar em autodidata da solidão, com cursos intensivo a distância e pela televisão, das lives de cantores, da volta em ver dvds, e em impor à mim, o tal de netflix, mídias sociais ou outro meio de comunicação, como computador, tablet, celulares e até o tal de whatsApps.

Mas, solidão é, definitivamente, o que eu não quero para minha vida. Eu prefiro mesmo é uma conversa "tete-a-tete", à uma mensagem do olho-no-olho e não a frieza do tal whatApp ou por esta pandemia que estamos vivenciando, onde tudo fica isolado e em quarentena permanente, usando mascaras e de instante a instante, higienizando as mãos com alcool em gel ou lasvando-as com agua e sabão, porque este virus, não tem paciência, mata mesmo e se morrermos, velório de poucas horas e com familiares reduzidos para velar a gente no caixão.

Quero manter para o resto de minha vida, o espírito da "visita surpresa". Quero ser alguém que interaja e que bem do fundo do meu coração, eu tenho uma imensa fome e sede de gente e da vida. Quero ver meus filhos, netos e netas, genro e noras, abraça-los e dizer o quanto eu os amo e quanto eles são importantes pra mim.


domingo, 5 de abril de 2020

A VERDADE DE ALEXANDRE GARCIA


A sociedade brasileira já escolheu sacrificar almas, aquelas que podem morrer pelo bem coletivo.
São médicos, enfermeiros, policiais, caminhoneiros, padeiros, profissionais da limpeza e dos mercados e feiras livres, entregadores de comida e farmácia, porteiros, zeladores e faxineiros dos condomínios de apartamentos, os coletores de lixo, entregadores de gás entre outros ....pois esses não pararam, não se refugiaram em suas casas, e daí eu te pergunto: Quantos foram contaminados pelo COVID-19?
Serão esses profissionais super-homens e supermulheres?
Serão eles mutantes imunes ao vírus mortal vindo da China ou apenas ovelhas mudas entregues ao matadouro protegidas apenas por uma máscara e alguns por roupas de TNT?
Vejo pequenos empresários perdendo sono calculando como fecharão as contas sem mandar ninguém embora, enquanto parte dos trabalhadores, por terem salários garantidos, passam suas tardes discutindo a falta de polidez nas falas do presidente da República!!
Assistindo as melhores séries do NetFlix, distribuindo memes ou fazendo churrasco em seus quintais.
Um Brasil acostumado a Bolsa Família e por achar que o SUS é grátis!
Um Brasil que apresenta atestado falso para curtir a praia e deseja sempre que terceiros se sacrifiquem para seu conforto e comodidade! E que se incomoda com qualquer apelo de "vamos ao trabalho".
"Ahhhh, mas Bolsonaro fala muita titica de galinha."
Você quer um presidente ou um namorado?
Você quer um presidente ou um filósofo?
Você quer um presidente ou um poeta?
Prefiro mil vezes Bolsonaro falando "titica de galinha", mas cercado dos melhores ministros que tivemos em toda República, gente técnica e capacitada do que Lula e Dilma e seus 40 ladrões, prefiro as falas destemperadas de Jair Messias Bolsonaro do que Lula e Dilma com toda sua diplomacia mandando o nosso dinheiro para construir o porto de Mariel em Cuba, financiando a ditadura venezuelana, angolana, zimbabuana, congoleza...comprando a falida refinaria de Pasadena, no entreguismo a Bolívia...ao invés de investirem esses bilhões no aperfeiçoamento do SUS, para inclusive estarmos mais prontos em momentos como esse, mas não, aqui o importante mesmo era estádio de futebol, afinal não se faz Copa com hospitais.
Enquanto você está em casa se urinando de medo, a China anuncia que superou o corona e "volta" a desejar liderar o mundo!
E quem dissemina o medo e a histeria ganha em audiência como não vinha ganhando há muito tempo!
E os políticos que incentivam nosso enclausuramento, pois se elegeram na sombra do "merdeiro" e um STF que se nega a baixar seus salários!
E justamente estes políticos que sambavam no Carnaval, enquanto já havia sombra da pandemia por aqui, e que sonham com a cadeira presidencial, pois como não dá na competência, tem que ser no oportunismo.
Ou despertamos agora do nosso berço esplêndido pago as custas daqueles lançados aos lobos, ou a realidade dos vagabundos de sempre, dos socialistas de iphone, dos que não sabem fazer oposição e somente birra, dos revolucionários e revoltados com o governo enquanto são patrocinados pelo trabalho dos papais capitalistas, cujo o sonho de boicotar a própria nação pela sede do poder, dos derrotados democraticamente se realizará.... pois em nenhum outro país vítima do COVID - 19 há como pano de fundo um golpe de estado em andamento.
As palavras de Bolsonaro são assustadoras, mas não menos do que um povo que viveu duas décadas sendo saqueado por verdadeiros ladrões, agora deitado na rede, assistindo um doido com sua equipe técnica errando e acertando, mas trabalhando como nunca, enquanto hienas famintas se articulam para ocuparem o seu lugar.
O Corona é um risco, mas a fome e a violência são velhas conhecidas ...e o caos uma promessa.
Alexandre Garcia

sábado, 4 de abril de 2020

ALGO ESTA ERRADO

* Algo Esta Errado...! *
  
Wuhan para Xangai = 629 km
   
Wuhan para Pequim = 1052 km
   
Wuhan para Milão = 8700 km
   
Wuhan para Nova York = 12000 km
   
Wuhan para Etli = 8670 km

   Wuhan para Londres = 8880 km
   
Wuhan para Paris = 8900 km
   
Wuhan para Espanha = 9830 km
   
Wuhan para Índia = 3575 km
   
Wuhan para Irã = 6560 km

  
* Algo está errado…!

  
O vírus Corona se originou da cidade de Wuhan, na China, e agora chegou a todos os cantos do mundo, mas esse vírus não atingiu a capital da China: Pequim e a capital econômica: Xangai, perto de Wuhan, por que ...?

Pequim é a cidade onde todos os líderes da China vivem, os líderes militares moram aqui, aqueles que controlam o poder da China moram aqui, não há travamento em Pequim!  Está aberto!  Corona não tem efeito aqui, por que ...?

Xangai é a cidade que administra a economia da China, é a capital econômica da China, aqui vivem todas as pessoas ricas da China!  Aqueles que mantêm a indústria funcionando, não há bloqueio aqui, a coroa aqui não tem efeito ...!  * Por quê ...?  *

 Corona é um vírus pandêmico, que foi informado de que você deve criar pânico em todo o mundo, mas não virá a Pequim e Xangai, é muito importante fazer à China a pergunta de que, quando os maiores países desenvolvidos do mundo  Não foi possível parar o Corona!  Corona criou terror nas grandes cidades do mundo, então por que esse conflito não chegou a Pequim ...?  

Por que não chegar a Xangai ...?  

* Por quê ...?  *

  Pequim e Xangai são as áreas adjacentes a Wuhan!  O vírus de Wuhan chegou a todos os cantos do mundo, mas esse vírus não chegou a Pequim e Xangai…!  
* Por quê ...?  *
  
Hoje, quase todos estão trancados!  Nossa economia está paralisada, mas todas as principais cidades da China estão abertas e, a partir de 8 de abril, a China também está abrindo Wuhan!  O mundo inteiro está assolado pelo terror!  Agora novos casos não estão chegando na China e a China está aberta ...!  
* Por quê ...?  *
  
Outra grande coisa é que o mercado de ações em todo o mundo caiu quase pela metade!  Mas a participação da China - o mercado estava em 3 mil, ou seja, apenas em 2700!  Também não há efeito desse vírus no mercado chinês…!  

* Por quê ...?  *

Quaisquer que sejam essas coisas, elas apenas apontam para uma coisa: o corona é uma arma bioquímica da China, que a China deixou para destruição no mundo!  Depois de matar milhares pessoas, a China agora controlou esse vírus!  Talvez eles também tenha remédios, que não estão compartilhando com o mundo!

  
Por quê…?

Então !!!

"As Coisas Que O Corona Me Fez Enxergar"

01. Os Estados Unidos não são mais o líder mundial na economia e armamento. 
02. A China venceu a Terceira Guerra Mundial sem disparar um míssil e ninguém ouviu e percebeu.
03. A pessoa se volta para Deus somente no momento de sua necessidade, quando estão próximas da morte.
04. A prevenção salva mais vidas do que agir no último momento.
05. Os profissionais de saúde valem mais de um jogador de futebol ou astro do baskete. 
06. As crianças ocupam um lugar privilegiado na natureza, porque elas são o futuro do mundo.
07. O petróleo não vale nada em uma sociedade sem consumo. 
08. A morte não distingue raça, cor ou status social.
09. O ser humano pode ser oportunista e desprezível.
10. A mídia social nos aproxima, mas é também o meio de criar pânico.
11. Agora sabemos como os animais se sentem nos jardins zoológicos.
12. As crianças de hoje não sabem mais brincar sem internet ou TV.
13. As crianças estão agora sendo educadas pelos seus próprios pais. 
14. Alguns ganham milhões e não servem à humanidade.
15. Os profissionais de saúde estão sozinhos, abandonados e esquecidos. No entanto, eles nunca desistem. 
16. Começamos a apreciar o grande gesto de confiança que significa apertar as mãos.
17. Os seres humanos são os verdadeiros vírus do planeta.
18. O planeta se regenera rapidamente sem humanos.
19. Não estamos prontos para uma pandemia. 
20. Os políticos sempre aproveitam qualquer oportunidade para puxar o tapete do rival.
21. Precisamos investir mais em saúde, em vez de investir em bancos falidos.
22. Os caminhoneiros são essenciais e verdadeiros heróis.
23. Os ricos tinham nojo dos pobres, hoje eles perceberam que sem os pobres eles não existirão, que são os humildes que mais contribuem para a humanidade, o homem do campo, o operaráio das fábricas, os caminhoneiros, os condutores de trens, metrô, onibus e transporte alternativos, as e os enfermeiros com seus baixos salários, sem contar os voluntários que nada recebem, o hospital das clinicas, disse que são os mais humildes que doam sangue, enfim, hoje o dinheiro não vale nada, porquê não consegue comprar uma vida.

E hora de esquecer em encontrar vidas fora da terra ou no fundo dos mares e salvar vidas que nela residem e depende.
O mundo acima de tudo e Deus acima de todos.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

OS REIS POPULARES

QUE É REI, NUNCA PERDE A MAGESTADE = OS REIS POPULARES

CHICO REI (I) = Francisco Rei é um personagem lendário da tradição oral de Minas Gerais, Brasil. Segundo esta tradição, Chico era o rei de uma tribo no reino do Congo, trazido como escravo para o Brasil. Conseguiu comprar sua alforria e de outros conterrâneos com seu trabalho e tornou-se "rei" em Ouro Preto.

CHICO REI (II) = Chico Rey & Paraná foi uma dupla sertaneja do Brasil, formada por Francisco Aparecido Gomes (Chico Rey - Arapongas, 9 de novembro de 1953 - Maceió, 26 de fevereiro de 2016) e José Cláudio Gomes (Paraná - Arapongas, 28 de janeiro de 1956).

CHICO REI (III) = Chico Rei é um filme brasileiro de 1985, do gênero drama histórico, dirigido por Walter Lima Jr. O roteiro é baseado em poesias de Cecília Meireles e na tradição oral mineira bem como na memória do negro brasileiro.

Mina de Chico Rei (IV) é uma escavação subterrânea localizada sob parte da cidade de Ouro Preto onde, por tradição oral, o personagem real conhecido como Chico Rei, trazido do Congo como escravo trabalhou explorando-a até comprar sua carta de alforria e , depois, a própria mina, durante o ciclo do ouro no Brasil Colonial. Está aberta à visitação turística nos 50 metros iniciais.
Conta a tradição oral que Chico Rei e outros escravos escondiam ouro entre os cabelos ao saírem da mina e mais tarde lavavam-os na pia batismal da igreja, sendo acobertados pelos religiosos. O Major Augusto, que fora o proprietário da mina vendeu-a ao alforriado Chico Rei no final de sua vida, e nas mãos deste ela passou a prosperar.

Chico Rei (V) foi com esse samba composto por Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha e com o carnavalesco Arlindo Rodrigues que o Salgueiro chegou em 1964 ao seu terceiro título do carnaval carioca.

NANDO REI = CANTOR E COMPOSITOR
RAINHA DA COMÉDIA = NAIR BELO
RAINHA DA PORNOCHANCHADA = ZILDA MAYO
RAINHA DA SOCIALITES = VAL MARCHIORI (EMPRESARIA) - VALDIRENE APARECIDA MARCHIORI
RAINHA DA TV BRASILEIRA = HEBE CAMARGO
RAINHA DAS PIRIGUETES = IVETE SANGALO (CANTORA)
RAINHA DAS PLÁSTICAS = ANGELA BISMARCHI
RAINHA DO AXÉ = DANIELY MERCULES
RAINHA DO POP = MADONNA
RAINHA DO RADIO = ANGELA MARIA - CANTORA = (1953), ÂNGELA MARIA (1954), VERA LÚCIA (1955), DÓRIS MONTEIRO (1956), MARY GONÇALVES (1957), JULIE JOY (1958)
RAINHA DO SOUL = ARETHA FRANKLIN
RAINHA DOS BAIXINHOS = XUXA
RAINHA DOS CAMINHONEIROS = SULA MIRANDA
RAINHAS DO RADIO = LINDA BATISTA (1937), DIRCINHA BATISTA (1948), MARLENE (1949 E 1950), DALVA DE OLIVEIRA (1951), EMILINHA BORBA 
REI CHARLES = RAY CHARLES ROBINSON = CANTOR NORTE AMERICANO
REI CONNIFF = JOSEPH RAYMOND = MUSICO, CANTOR, ARRANJADOS, MAESTRO
REI DA CARNE SECA = RAIMUNDO NONATO
REI DA CARNIÇA = URUBU REI
REI DA COCADA = BRUNO DIAS SANTOS
REI DA COMUNICAÇÃO = HÉLIO RIBEIRO - RADIALISTA
REI DA EMBAIXADINHA = RICARDINHO
REI DA JOVEM GUARDA = ROBERTO CARLOS
REI DA LINGUIÇA = MAMBO LUIZ TROZZI
REI DA MORTADELA = CASA GASTRONOMICA EM SÃO PAULO
REI DA MPB = TOM JOBIN
REI DA POLÊMICA = NETO EX JOGADOR DE FUTEBOL
REI DA SALSICHA - ABE FROMAN
REI DA VALSA = JOHANN STRAUSS FILHO
REI DA VOZ = FRANCISCO ALVES
REI DAS MULHERADAS = FÁBIO JUNIOR (CANTOR) - CASOU 7 VEZES E AMIGOU 4 VEZ
REI DAS MULTIDÕES = ORLANDO SILVA = CANTOR
REI DO AUTOMOBILISMO = AYRTON SENNA DA SILVA
REI DO BAIÃO = LUIZ GONZADA
REI DO BAMBOLÊ = LEÔNCIO E LEONEL = DUPLA SERTANEJA
REI DO BASQUETE INTERNACIONAL = MICHAEL JORDAN
REI DO BASQUETE NO BRASIL = OSCAR SCHMIDT
REI DO BLA BLA BLA = CONFÚCIO MOURA - POLITICO BRASILEIRO
REI DO BOLERO = CARLOS ALBERTO
REI DO BREGA = REGINALDO ROSSI
REI DO CACAU = JOÃO TAVARES
REI DO CAFÉ = JOAQUIM JOSÉ DE SOUSA BREVES, HENRIQUE DUMONT, FRANCISCO SCHMIDT, CARLOS LEÔNCIO DE MAGALHÃES, GEREMIA LUNARDELLI, (HOMENAGEADO NA CANÇÃO DE ESTILO MODA DE VIOLA: "REI DO CAFÉ", DE TEDDY VIEIRA E CARREIRINHO) 
REI DO CANGAÇO = LAMPIÃO = VIRGULINO FERREIRA DA SILVA
REI DO DIBLE = GARRINCHA = JOGADOR BRASILEIRO
REI DO GADO = ANTÔNIO JOAQUIM DE MOURA ANDRADE
REI DO HUMORISMO = JOSÉ VASCONCELLOS E RENATO CORTE REAL
REI DO MICROFONE = EDSON BOLINHA CURY = APRESENTADOR DE TV E DE LUTA LIVRE
REI DO OLÉ = CAFURINGA = JOGADOR DE FUTEBOL
REI DO PAGODE = TIÃO CARREIRO
REI DO POP = MICHAEL JACKSON
REI DO RADIO COMUNICADOR = JORGE GOULART
REI DO RADIO DA DÉCADA DE 40 = LORENO SILVA
REI DO RITMO = JACKSON DO PANDEIRO
REI DO ROCK = ELVIS PRESLEY
REI DO VALE = CANTOR
REI DO VIOLÃO = DILERMANDO REIS
REI DO XOTE = DEDIN GOUVEIA
REI DOS APRESENTADORES DE TELEVISÃO = SILVIO SANTOS
REI DOS BROTINHOS = FRANCISCO CARLOS
REI DOS GAYS = LULU SANTOS
REI DOS GOLEIROS = GILMAR SANTOS DAS NEVES
REI DOS REIS = JESUS CRISTO
REI LEÃO = NOME DE FILME (CAN YOU FEEL THE LOVE TONIGHT)
REI NALDO = FOI UM REI MOMO
REI PELE = REI DA BOLA = EDSON ARANTES DO NASCIMENTO
REI UNICO = NELSON GONÇALVES
REINHAS DO BASQUETE NO BRASIL = MAGIC PAULA E HORTÊNCIA MARCARI
REIS DO IÊ IÊ IÊ = OS BEATLES
REIS DO SUCESSO = FRANK SINATRA, NAT KING COLE, OS BEATLES
SÉRGIO REIS = CANTOR = DE TÃO BOM NÃO É REI, É REIS

sábado, 21 de setembro de 2019

BARAO DE SERRA NEGRA

O ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA, NÃO PERDEU. QUEM PERDEU FOI A CRÔNICA ESPORTIVA FALADA DE PIRACICABA. EU DISSE CRÔNICA ESPORTIVA (AS 2 RÁDIOS DE PIRACICABA)

QUEM PERDEU FOI A O ESPORTE CLUBE XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA, NÃO PERDEU. QUEM PERDEU FOI A CRÔNICA ESPORTIVA FALADA DE PIRACICABA. EU DISSE CRÔNICA ESPORTIVA (AS 2 RÁDIOS DE PIRACICABA)

QUEM PERDEU FOI A CRÔNICA ESPORTIVA, OS RADIADORES, OS COMENTADORES, OS CORRE-CORRE DE CAMPO, OS ZIUDOS QUE FALA DEPOIS QUE Eu não queria entrar neste assunto polêmico! porque as pessoas não sabem mais conversar e debater e eu posso perder amigos por causa da minha opinião.
Por isso não gosto de discutir esses assuntos!
Então peço por favor, sem ofensas, sem brigas. Quero uma discussão sincera e com fontes.
 Sem criticar a opinião contrária...

 Vocês preferem Nescau ou Toddy🤔, OS DA RETARGUARDA DE ESTÚDIO, ESTES SIM QUEM PERDEU E PERDEU o AINDA NÃO APRENDERAM QUE O NOME HONORIFICO DO ESTÁDIO É:CORRETO BARÃO DE SERRA NEGRA, POR ISSO 1 PARA O BARÃSO DE SERRA NEGRA X 2 PARA O BARÃO DA SERRA NEGRA. ENTÃO JÁ PERCEBERAM QUAL A RAZÃO DESTA DERROTA, NÉ? OS ATLÉTAS, TÉCNICO, PREPARADORES, FISICULTORES E DIRETORIA DO CLUBE, NADA TERM HAVER COM ESTA DERROTA. O CULPADO COMO JÁ DIUSSEMOS, FOI A CRÔNICA DOS RADIADEIROS, O PREFEITO MUNICIPAL, SECRETARIO DO PREFEITO E VEREADORES.ACOSTUMEM DISSER O NOME CORRETO QUE É BARÃO DE SERRA NEGRA.

A ANOS VENHO BATENDO NESTA TECLA SOBRE O NOME HONORIFICO DA PESSOA QUE EMPRESTA SEU TÍTULO AO ESTÁDIO, MAS NINGUEM ESCUTA OU NÃO QUER ESCUTAR. TENHO UMA PROPOSTA PARA O XV DE PIRACICABA MELHOR E NÃO AFUNDAR CADA VEZ MAIS, UMA VEZ QUE JÁ PASSOU A SOBREVIVER DE SUCATAS (GARRAFAS PTES), E ANTES DISSE DE MIGALHAS DE DOAÇÃO NA CONTA DE ÁGUA; MUDAR O NOME PARA Delphin Ferreira da Rocha Netto.

DÚVIDAS, ME PROCURE QUE TENHO A HISTÓRIA SOBRE ESTA MALDIÇÃO SOBRE A PRONUNCIA ERRONEAMENTE DO NOME DO ESTÁDIO BARÃO DE SERRA NEGRA.

PRIMEIRA CITAÇÃO NESTE DESABAFO:
FRANCISCO JOSÉ DA CONCEIÇÃO, O BARÃO DE SERRA NEGRA:

No dia 2 de outubro de 1900, morreu Francisco José da Conceição, o Barão de Serra Negra. O historiador piracicabano Nelson Camponez de Oliveira pesquisou e deixou registradas observações que se mantiveram por muito tempo inéditas sobre a morte do Barão de Serra Negra:

“Na sua fazenda Bom Jardim, do município de Rio das Pedras, faleceu o Coronel Francisco José da Conceição, Barão de Serra Negra. Sofrendo do coração há bastante tempo e conhecendo a proximidade da sua morte, nem assim o velho Barão perdeu o espírito de ´verve. Nasceu em Constituição no primeiro quartel do século XIX. Dedicou-se ao comércio e estabeleceu-se com loja de fazendas na vila. Sério, honrado, ativo, inteligente, granjeou logo bastante aceitação e bens de fortuna. Dedicou-se mais especialmente à lavoura e em 1868, adquiriu grandes propriedade agrícolas que o tornaram um dos homens mais abastados da Província. Ofereceu hospedagem por duas vezes, em 1877 e depois, ao Conde d´Eu quando de visita a esta cidade. Foi um dos incorporadores da Cia. de Navegação Fluvial a Vapor e um dos fundadores do Banco de Piracicaba. Manteve-se sempre monarquista.Foi um dos que, em 1854, fundaram a Santa Casa de Misericórdia. A suas expensas, fundou-se o Hospício de Alienados.”Prevendo a morte próxima, o Barão de Serra Negra pediu e conseguiu licença eclesiástica para ser sepultado na capelinha da sua fazenda em Rio das Pedras. Quis um enterro sem pompa e com caixão modesto, dos que se usavam para sepultar indigentes. Em ritmo compassado e fúnebre, as bandas Azarias Mello e Carlos Gomes acompanharam o féretro. O caixão foi carregado, segundo vontade do Barão de Serra Negra, pelos seus mais humildes empregados, incluindo ex-escravos. Deixou, por testamento, bens para a Santa Casa, o Hospício Barão de Serra Negra, o Hospital de São Lázaro e para a Matriz de Santo Antônio.

O comércio cerrou as portas, as sociedades locais hastearam bandeira a meio pau. Ao lado do caixão, os representantes da Societá Italiana, gratos pelo apoio que o Barão dera aos migrantes italianos. Caetano e Mateo Carmignani, que já se destacavam na Vila Rezende, ajudaram a carregar o caixão. Eram sinais de pesar e de luto pela morte do benemérito de Piracicaba. Mas luto também por um tempo que ia chegando ao fim, anunciando o Século XX que, também, já se foi.

Descendência

A descendência do Barão de Serra Negra, através de seus 10 filhos, continuou influindo por muito tempo nos destinos de Piracicaba. Eram eles:

1 – Ana Cândida de Rezende, baronesa de Rezende, casada com Estevam Ribeiro de Rezende, Barão de Rezende e filho dos falecidos Marqueses de Valença;
2 – Dr.João Batista da Rocha Conceição, casado com Maria Nazareth Rocha, filha do Conselheiro Antonio da Costa Pinto e Silva, cuja família viria a unir-se à dos Pacheco e Chaves;
3 – Dr.Francisco Júlio Conceição, casado com Ana Monteiro de Barros, filha de Rodrigo Antônio Monteiro de Barros;
4 – Dr.Antonio Augusto da Conceição, casado com Laura Corrêa Conceição;
5 – Manoel Ernesto da Conceição, casado com Maria (Baby) Rezende Conceição;
6 – José Flávio Conceição, casado com Angelina Silveira da Conceição;
7 – Júlio Conceição, casado com Mariana de Freitas Conceição;
8 – Francisca da Conceição Correa, casada com dr. Adolpho Corrêa Dias;
9 – Angelina da Conceição Leitão, casada com dr.Torquato da Silva Leitão;
10 – Maria da Conceição Morato, casada com o dr.Francisco Antonio de Almeida Morato.

Título nobiliárquico
Agraciado de Barão dse Serra Negra, pelo Imperador Dom Pedro II, em 17 de maio de 1871.

Homenagem
O Estádio Municipal de Piracicaba chama-se Barão da Serra Negra, em sua homenagem. O estádio é o local onde o XV de Piracicaba manda seus jogos.




OUTRO CITADO NESTE DESABAFO:

Delphin Ferreira da Rocha Netto nasceu em Itu em 9 de junho de 1913, mudando-se para Piracicaba em 1918. Aos 89 anos, manteve vivas suas lembranças de fatos, datas e “causos”. Conhecido nacionalmente pelo seu arquivo sobre o futebol, principalmente sobre o XV, Rocha Netto foi uma das memórias vivas do dia a dia de Piracicaba.(Essa entrevista data de 2003.)

“Minha Piracicaba preferida era a da década de 20 e 30. Nós morávamos na rua Carlos Botelho, mas não onde hoje existe a atual avenida com esse nome. A Carlos Botelho original era a rua que passava em frente a Igreja dos Frades e que, depois, a pedido dos religiosos, teve seu nome trocado para rua São Francisco, que permanece até hoje. Os bairros Paulista e Paulicéia eram mato. Muito mato. E a nossa diversão era ir ao cinema, ao circo e a jogos de futebol.”

Rocha Netto recorda-se que a grande atração dos circos eram os animais, muitos animais. E, para mostrar como a cidade mudou, o local onde os circos se instalavam ficava na rua Governador Pedro de Toledo em frente à Igreja Metodista. Portanto, ao lado do Mercado Municipal. Foi um aposentado como fiscal de rendas, Rocha Netto lembra com saudade da sua Piracicaba preferida:

“Era uma cidade simples com um cotidiano também simples, como muitas do interior. Nós íamos muito ao cinema. Havia, primeiro, o Cine Íris (ao lado do atual Bingo Broadway, onde hoje é o edíficio Bandeirantes, na rua São José), o Polyteama, o Broadway (no local onde está uma igreja evangélica com o mesmo nome) e o Teatro Santo Estevão, que também projetava películas. Antes da matinê, era comum tomar um refrigerante na Praça e comprar pipoca. Nós íamos ao cinema aos domingos e mantínhamos uma rotina: acordávamos cedo para ir à missa, depois almoçávamos e tínhamos, como obrigação, ir ao catecismo após o almoço. Apenas depois disso, estávamos liberados para ir ao cinema, na matinê”, lembra Rocha Netto, naquela entrevista de 2003.

Todos os grandes filmes eram projetados em Piracicaba, porém as recordações mais vivas de Rocha Neto são da exibição dos seriados dominicais. “Ir ao cinema era uma acontecimento social. As pessoas, para assistir a um filme, iam com quase a mesma roupa com que participavam da missa. As mulheres iam bem vestidas e os homens de terno e gravata.”.

Após o filme, a maioria dos jovens participava do “footing” na praça central ou, então, “quadrando jardim”. No “footing”, na “Calçadinha de Ouro” (em frente ao antigo Cine Politeama, onde atualmente funciona o Banco Bradesco) as moças iam e vinham, os rapazes ficavam olhando, dando sinais.

“Para ‘quadrar jardim’, nós, rapazes, andávamos em um sentido e as mulheres em sentido contrário. Essa era a dinâmica. E foi a partir da ‘Calçadinha’ que muitos casamentos se deram e muitas famílias foram formadas. Não dá para contar os casais que se conheceram durante os passeios na praça e viveram toda umavida juntos”, relembra Rocha Neto.

Na área gastronômica, já a partir dos anos 50, o mais importante local era o Restaurante do Mirante, onde famílias se reuniam para saborear um peixe. “Não havia tantos restaurantes como hoje. O Mirante era um ponto de referência na cidade. Era um passeio ir até o Rio Piracicaba e almoçar ou apenas contemplar o salto com toda a sua beleza”.

É a Piracicaba que ficou nas lembranças de Rocha Netto.

COMPLEMENTO DO MAIOR COLECIONAR E ESCRITOR SOBRE O E.C. XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA:

Nascido em Itu, Sp, 09.06.1913. Falecido na cidade de Piracicaba, 23.08.2003. Casado com Yara Moreira freire da Rocha. Jornalista e funcinário público.

Após estudo com os frade capuchinhos (1919 -20), foi aluno do Grupo Escolar Barão do Rio Branco (1921-22) e dio Grupo Escolar Modelo da Escola Normal Oficina de Piracicaba ( a futura Sud Menucci), onde frequentou os cursos Primário e Médio, diplomando-se em 1926. Estudou na Escola de Contabilidade Cristóvão Colombo (1929-30) e na Escola Prática de Contabilidade Moraes Barros (1931).

Dos 14 aos 18 anos, trabalhou na livraria Americana, de seu tio João do Amaral Mello e depois, de José de Assis (Filho)

Morou e trabalhou na capital paulistana (1933-34) e em Bauru, Sp (1935). Neste último ano, aprovado em concurso para fiscal de rendas, passou a pertencer, como agente fiscal de rendas, ao quadro de funcionários da Secretaria da Fazenda do Estado, exercendo essa atividade até 1937 na capital e de 1939 a 1944 em São Carlos, Sp. Retornou a Piracicaba em 1944 para tornar-se chefe foi Posto de Fiscalização Estadual local e Inspetor de Rendas (1949). Trabalhou em Pirassununga a partir de 1955 e em Rio Claro desde 1960. Aposentou-se em 1964 como Inspetor de Rendas e viveu desde então em Piracicaba.

Eleito vereador em Piracicaba , filiado ao partido PSP (Partido Social Progressista) exerceu sua função na legislatura de 1952-1955, exerceu seu mandato por pouco tempo, em virtude da remoção para Pirassununga. Apaixonado pela imprensa desde a mocidade, começou no jornalismo com notícia esportiva publicadas pelo Jornal de Piracicaba desde 1930. Com sua mudança para a capital em 1933, passou a representar a Associação Atlética Luiz de Queiroz e o Esporte Clube do XV de Novembro junto à imprensa paulistana. De 1937 a 1939 fez parte da redação do Jornal de Piracicaba. Removido para São Carlos, SP, passou a chefiar a seção esportiva do Correio de São Carlos desde 1930. Estava de volta em Piracicaba em 1944, quando seus textos retornaram à página esportiva do Jornal de Piracicaba, ao mesmo tempo em que atuava como correspondente dos “Diários Associados” de Assis Chateaubriand, da Gazeta Esportiva de Cásper Líbero e da revista carioca Sport Ilustrado.

Colaborou também no Jornal O Diário de Piracicaba. Publicou dois livros sobre o E.C. XV de Novembro. Além do título de Cidadão Piracicabano (1967), recebeu numerosas outras honrarias e distinções, como a de Cidadão Prestante, que lhe foi outorgado em 1986 pela Câmara Municipal de Piracicaba, e os de Presidente de Honra, Sócio Remido e Grande Benemérito do Esporte Clube XV de Novembro. Ligado desde 1928 à Associação Atlética Luiz de Queiroz, criou em 1933 o famoso “A Encarnado”, símbolo do clube a partir de então. Recebeu a Medalha do Bicentenário de Piracicaba em 1984 e em 1992 a diretoria da ESALQ instituiu o “Troféu Rocha Netto”, com entrega anual por ocasião da festa de formatura da escola. Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, ao Clube dos Escritores, à Academia Piracicabana de Letras e a Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo.

Seu prodigioso arquivo, cuja documentação se estende de 1913 a 1991, foi confiado em dezembro de 2006 ao Centro Cultural Martha Watts, em subsolo do Colégio Piracicabano, à rua Boa Morte. Além, de 600 livros, documentos e troféus, reúne perto de cinquenta mil imagens e trinta mil exemplares de periódicos de esporte, predominantemente de futebol (Família Rocha Netto, 2006)

SAIBA MAIS SOBRE O NOME DO BARÃO:
https://www.youtube.com/watch?v=9gliv4zTvYU

FRANCISCO JOSÉ DA CONCEIÇÃO # BARÃO DE SERRA NEGRA
Cansado de ouvir e ver sendo pronunciado erroneamente o título honorifico do Barão de Serra Negra, fui a pesquisa e encontrei o que tanto procurava para calar o boca dos que dizem estudiosos no assunto.
Fui a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e lá nada encontrei sobre Título Nobiliárquico I e II do Império do Brasil. Parti então para o Museu do Império em Petrópolis e lá encontrei um livro sobre o assunto: Archivo nobiliarchico brasileiro». Livro publicado pela Lausanne Imprimerie La Concorde em 1918, em versão digitalizada. University of Toronto Library. Consultado em 7 de janeiro de 2012, onde pude constatar que realmente o título Nobiliárquico, consta que Francisco José da Conceição, recebeu o título do S.M. Imperador D.Pedro II, em 17 de maio de 1871 e esta no Livro Tomo III do II Império, sancionado pelo Imperador Brasileiro Dom Pedro II e lavrado pelo Secretário Geral do Império, Visconde Bernardo Sousa Franco, e assim depois de horas de pesquisas, viagens, visitas a museus e biblioteca, encerro esta jornada dizendo: O nome do Estádio Barão de Serra Negra, esta incorreto, corrija-o pois como esta grafado com “da” é errado. Prova disso: Existe rua na cidade sendo Barão de Serra Negra, a placa de inauguração do Estácio oferecida pela S.E. Palmeiras, consta Barão de Serra Negra, portanto senhores jornalistas, radialista e impressa geral, acostume dizer BARÃO DE SERRA NEGRA e não Barão “da” Serra Negra.
Falei e esta falado = Jair de Souza Palma, jornalista, radialista, pesquisador e historiador

 ESPORTIVA, OS RADIADORES, OS COMENTADORES, OS CORRE-CORRE DE CAMPO, OS ZIUDOS QUE FALA DEPOIS QUE Eu não queria entrar neste assunto polêmico! porque as pessoas não sabem mais conversar e debater e eu posso perder amigos por causa da minha opinião.
Por isso não gosto de discutir esses assuntos!
Então peço por favor, sem ofensas, sem brigas. Quero uma discussão sincera e com fontes.
 Sem criticar a opinião contrária...

 Vocês preferem Nescau ou Toddy🤔, OS DA RETARGUARDA DE ESTÚDIO, ESTES SIM QUEM PERDEU E PERDEU o AINDA NÃO APRENDERAM QUE O NOME HONORIFICO DO ESTÁDIO É:CORRETO BARÃO DE SERRA NEGRA, POR ISSO 1 PARA O BARÃSO DE SERRA NEGRA X 2 PARA O BARÃO DA SERRA NEGRA. ENTÃO JÁ PERCEBERAM QUAL A RAZÃO DESTA DERROTA, NÉ? OS ATLÉTAS, TÉCNICO, PREPARADORES, FISICULTORES E DIRETORIA DO CLUBE, NADA TERM HAVER COM ESTA DERROTA. O CULPADO COMO JÁ DIUSSEMOS, FOI A CRÔNICA DOS RADIADEIROS, O PREFEITO MUNICIPAL, SECRETARIO DO PREFEITO E VEREADORES.ACOSTUMEM DISSER O NOME CORRETO QUE É BARÃO DE SERRA NEGRA.

A ANOS VENHO BATENDO NESTA TECLA SOBRE O NOME HONORIFICO DA PESSOA QUE EMPRESTA SEU TÍTULO AO ESTÁDIO, MAS NINGUEM ESCUTA OU NÃO QUER ESCUTAR. TENHO UMA PROPOSTA PARA O XV DE PIRACICABA MELHOR E NÃO AFUNDAR CADA VEZ MAIS, UMA VEZ QUE JÁ PASSOU A SOBREVIVER DE SUCATAS (GARRAFAS PTES), E ANTES DISSE DE MIGALHAS DE DOAÇÃO NA CONTA DE ÁGUA; MUDAR O NOME PARA Delphin Ferreira da Rocha Netto.

DÚVIDAS, ME PROCURE QUE TENHO A HISTÓRIA SOBRE ESTA MALDIÇÃO SOBRE A PRONUNCIA ERRONEAMENTE DO NOME DO ESTÁDIO BARÃO DE SERRA NEGRA.

PRIMEIRA CITAÇÃO NESTE DESABAFO:
FRANCISCO JOSÉ DA CONCEIÇÃO, O BARÃO DE SERRA NEGRA:

No dia 2 de outubro de 1900, morreu Francisco José da Conceição, o Barão de Serra Negra. O historiador piracicabano Nelson Camponez de Oliveira pesquisou e deixou registradas observações que se mantiveram por muito tempo inéditas sobre a morte do Barão de Serra Negra:

“Na sua fazenda Bom Jardim, do município de Rio das Pedras, faleceu o Coronel Francisco José da Conceição, Barão de Serra Negra. Sofrendo do coração há bastante tempo e conhecendo a proximidade da sua morte, nem assim o velho Barão perdeu o espírito de ´verve. Nasceu em Constituição no primeiro quartel do século XIX. Dedicou-se ao comércio e estabeleceu-se com loja de fazendas na vila. Sério, honrado, ativo, inteligente, granjeou logo bastante aceitação e bens de fortuna. Dedicou-se mais especialmente à lavoura e em 1868, adquiriu grandes propriedade agrícolas que o tornaram um dos homens mais abastados da Província. Ofereceu hospedagem por duas vezes, em 1877 e depois, ao Conde d´Eu quando de visita a esta cidade. Foi um dos incorporadores da Cia. de Navegação Fluvial a Vapor e um dos fundadores do Banco de Piracicaba. Manteve-se sempre monarquista.Foi um dos que, em 1854, fundaram a Santa Casa de Misericórdia. A suas expensas, fundou-se o Hospício de Alienados.”Prevendo a morte próxima, o Barão de Serra Negra pediu e conseguiu licença eclesiástica para ser sepultado na capelinha da sua fazenda em Rio das Pedras. Quis um enterro sem pompa e com caixão modesto, dos que se usavam para sepultar indigentes. Em ritmo compassado e fúnebre, as bandas Azarias Mello e Carlos Gomes acompanharam o féretro. O caixão foi carregado, segundo vontade do Barão de Serra Negra, pelos seus mais humildes empregados, incluindo ex-escravos. Deixou, por testamento, bens para a Santa Casa, o Hospício Barão de Serra Negra, o Hospital de São Lázaro e para a Matriz de Santo Antônio.

O comércio cerrou as portas, as sociedades locais hastearam bandeira a meio pau. Ao lado do caixão, os representantes da Societá Italiana, gratos pelo apoio que o Barão dera aos migrantes italianos. Caetano e Mateo Carmignani, que já se destacavam na Vila Rezende, ajudaram a carregar o caixão. Eram sinais de pesar e de luto pela morte do benemérito de Piracicaba. Mas luto também por um tempo que ia chegando ao fim, anunciando o Século XX que, também, já se foi.

Descendência

A descendência do Barão de Serra Negra, através de seus 10 filhos, continuou influindo por muito tempo nos destinos de Piracicaba. Eram eles:

1 – Ana Cândida de Rezende, baronesa de Rezende, casada com Estevam Ribeiro de Rezende, Barão de Rezende e filho dos falecidos Marqueses de Valença;
2 – Dr.João Batista da Rocha Conceição, casado com Maria Nazareth Rocha, filha do Conselheiro Antonio da Costa Pinto e Silva, cuja família viria a unir-se à dos Pacheco e Chaves;
3 – Dr.Francisco Júlio Conceição, casado com Ana Monteiro de Barros, filha de Rodrigo Antônio Monteiro de Barros;
4 – Dr.Antonio Augusto da Conceição, casado com Laura Corrêa Conceição;
5 – Manoel Ernesto da Conceição, casado com Maria (Baby) Rezende Conceição;
6 – José Flávio Conceição, casado com Angelina Silveira da Conceição;
7 – Júlio Conceição, casado com Mariana de Freitas Conceição;
8 – Francisca da Conceição Correa, casada com dr. Adolpho Corrêa Dias;
9 – Angelina da Conceição Leitão, casada com dr.Torquato da Silva Leitão;
10 – Maria da Conceição Morato, casada com o dr.Francisco Antonio de Almeida Morato.

Título nobiliárquico
Agraciado de Barão dse Serra Negra, pelo Imperador Dom Pedro II, em 17 de maio de 1871.

Homenagem
O Estádio Municipal de Piracicaba chama-se Barão da Serra Negra, em sua homenagem. O estádio é o local onde o XV de Piracicaba manda seus jogos.




OUTRO CITADO NESTE DESABAFO:

Delphin Ferreira da Rocha Netto nasceu em Itu em 9 de junho de 1913, mudando-se para Piracicaba em 1918. Aos 89 anos, manteve vivas suas lembranças de fatos, datas e “causos”. Conhecido nacionalmente pelo seu arquivo sobre o futebol, principalmente sobre o XV, Rocha Netto foi uma das memórias vivas do dia a dia de Piracicaba.(Essa entrevista data de 2003.)

“Minha Piracicaba preferida era a da década de 20 e 30. Nós morávamos na rua Carlos Botelho, mas não onde hoje existe a atual avenida com esse nome. A Carlos Botelho original era a rua que passava em frente a Igreja dos Frades e que, depois, a pedido dos religiosos, teve seu nome trocado para rua São Francisco, que permanece até hoje. Os bairros Paulista e Paulicéia eram mato. Muito mato. E a nossa diversão era ir ao cinema, ao circo e a jogos de futebol.”

Rocha Netto recorda-se que a grande atração dos circos eram os animais, muitos animais. E, para mostrar como a cidade mudou, o local onde os circos se instalavam ficava na rua Governador Pedro de Toledo em frente à Igreja Metodista. Portanto, ao lado do Mercado Municipal. Foi um aposentado como fiscal de rendas, Rocha Netto lembra com saudade da sua Piracicaba preferida:

“Era uma cidade simples com um cotidiano também simples, como muitas do interior. Nós íamos muito ao cinema. Havia, primeiro, o Cine Íris (ao lado do atual Bingo Broadway, onde hoje é o edíficio Bandeirantes, na rua São José), o Polyteama, o Broadway (no local onde está uma igreja evangélica com o mesmo nome) e o Teatro Santo Estevão, que também projetava películas. Antes da matinê, era comum tomar um refrigerante na Praça e comprar pipoca. Nós íamos ao cinema aos domingos e mantínhamos uma rotina: acordávamos cedo para ir à missa, depois almoçávamos e tínhamos, como obrigação, ir ao catecismo após o almoço. Apenas depois disso, estávamos liberados para ir ao cinema, na matinê”, lembra Rocha Netto, naquela entrevista de 2003.

Todos os grandes filmes eram projetados em Piracicaba, porém as recordações mais vivas de Rocha Neto são da exibição dos seriados dominicais. “Ir ao cinema era uma acontecimento social. As pessoas, para assistir a um filme, iam com quase a mesma roupa com que participavam da missa. As mulheres iam bem vestidas e os homens de terno e gravata.”.

Após o filme, a maioria dos jovens participava do “footing” na praça central ou, então, “quadrando jardim”. No “footing”, na “Calçadinha de Ouro” (em frente ao antigo Cine Politeama, onde atualmente funciona o Banco Bradesco) as moças iam e vinham, os rapazes ficavam olhando, dando sinais.

“Para ‘quadrar jardim’, nós, rapazes, andávamos em um sentido e as mulheres em sentido contrário. Essa era a dinâmica. E foi a partir da ‘Calçadinha’ que muitos casamentos se deram e muitas famílias foram formadas. Não dá para contar os casais que se conheceram durante os passeios na praça e viveram toda umavida juntos”, relembra Rocha Neto.

Na área gastronômica, já a partir dos anos 50, o mais importante local era o Restaurante do Mirante, onde famílias se reuniam para saborear um peixe. “Não havia tantos restaurantes como hoje. O Mirante era um ponto de referência na cidade. Era um passeio ir até o Rio Piracicaba e almoçar ou apenas contemplar o salto com toda a sua beleza”.

É a Piracicaba que ficou nas lembranças de Rocha Netto.

COMPLEMENTO DO MAIOR COLECIONAR E ESCRITOR SOBRE O E.C. XV DE NOVEMBRO DE PIRACICABA:

Nascido em Itu, Sp, 09.06.1913. Falecido na cidade de Piracicaba, 23.08.2003. Casado com Yara Moreira freire da Rocha. Jornalista e funcinário público.

Após estudo com os frade capuchinhos (1919 -20), foi aluno do Grupo Escolar Barão do Rio Branco (1921-22) e dio Grupo Escolar Modelo da Escola Normal Oficina de Piracicaba ( a futura Sud Menucci), onde frequentou os cursos Primário e Médio, diplomando-se em 1926. Estudou na Escola de Contabilidade Cristóvão Colombo (1929-30) e na Escola Prática de Contabilidade Moraes Barros (1931).

Dos 14 aos 18 anos, trabalhou na livraria Americana, de seu tio João do Amaral Mello e depois, de José de Assis (Filho)

Morou e trabalhou na capital paulistana (1933-34) e em Bauru, Sp (1935). Neste último ano, aprovado em concurso para fiscal de rendas, passou a pertencer, como agente fiscal de rendas, ao quadro de funcionários da Secretaria da Fazenda do Estado, exercendo essa atividade até 1937 na capital e de 1939 a 1944 em São Carlos, Sp. Retornou a Piracicaba em 1944 para tornar-se chefe foi Posto de Fiscalização Estadual local e Inspetor de Rendas (1949). Trabalhou em Pirassununga a partir de 1955 e em Rio Claro desde 1960. Aposentou-se em 1964 como Inspetor de Rendas e viveu desde então em Piracicaba.

Eleito vereador em Piracicaba , filiado ao partido PSP (Partido Social Progressista) exerceu sua função na legislatura de 1952-1955, exerceu seu mandato por pouco tempo, em virtude da remoção para Pirassununga. Apaixonado pela imprensa desde a mocidade, começou no jornalismo com notícia esportiva publicadas pelo Jornal de Piracicaba desde 1930. Com sua mudança para a capital em 1933, passou a representar a Associação Atlética Luiz de Queiroz e o Esporte Clube do XV de Novembro junto à imprensa paulistana. De 1937 a 1939 fez parte da redação do Jornal de Piracicaba. Removido para São Carlos, SP, passou a chefiar a seção esportiva do Correio de São Carlos desde 1930. Estava de volta em Piracicaba em 1944, quando seus textos retornaram à página esportiva do Jornal de Piracicaba, ao mesmo tempo em que atuava como correspondente dos “Diários Associados” de Assis Chateaubriand, da Gazeta Esportiva de Cásper Líbero e da revista carioca Sport Ilustrado.

Colaborou também no Jornal O Diário de Piracicaba. Publicou dois livros sobre o E.C. XV de Novembro. Além do título de Cidadão Piracicabano (1967), recebeu numerosas outras honrarias e distinções, como a de Cidadão Prestante, que lhe foi outorgado em 1986 pela Câmara Municipal de Piracicaba, e os de Presidente de Honra, Sócio Remido e Grande Benemérito do Esporte Clube XV de Novembro. Ligado desde 1928 à Associação Atlética Luiz de Queiroz, criou em 1933 o famoso “A Encarnado”, símbolo do clube a partir de então. Recebeu a Medalha do Bicentenário de Piracicaba em 1984 e em 1992 a diretoria da ESALQ instituiu o “Troféu Rocha Netto”, com entrega anual por ocasião da festa de formatura da escola. Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, ao Clube dos Escritores, à Academia Piracicabana de Letras e a Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo.

Seu prodigioso arquivo, cuja documentação se estende de 1913 a 1991, foi confiado em dezembro de 2006 ao Centro Cultural Martha Watts, em subsolo do Colégio Piracicabano, à rua Boa Morte. Além, de 600 livros, documentos e troféus, reúne perto de cinquenta mil imagens e trinta mil exemplares de periódicos de esporte, predominantemente de futebol (Família Rocha Netto, 2006)

SAIBA MAIS SOBRE O NOME DO BARÃO:
https://www.youtube.com/watch?v=9gliv4zTvYU

FRANCISCO JOSÉ DA CONCEIÇÃO # BARÃO DE SERRA NEGRA
Cansado de ouvir e ver sendo pronunciado erroneamente o título honorifico do Barão de Serra Negra, fui a pesquisa e encontrei o que tanto procurava para calar o boca dos que dizem estudiosos no assunto.
Fui a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e lá nada encontrei sobre Título Nobiliárquico I e II do Império do Brasil. Parti então para o Museu do Império em Petrópolis e lá encontrei um livro sobre o assunto: Archivo nobiliarchico brasileiro». Livro publicado pela Lausanne Imprimerie La Concorde em 1918, em versão digitalizada. University of Toronto Library. Consultado em 7 de janeiro de 2012, onde pude constatar que realmente o título Nobiliárquico, consta que Francisco José da Conceição, recebeu o título do S.M. Imperador D.Pedro II, em 17 de maio de 1871 e esta no Livro Tomo III do II Império, sancionado pelo Imperador Brasileiro Dom Pedro II e lavrado pelo Secretário Geral do Império, Visconde Bernardo Sousa Franco, e assim depois de horas de pesquisas, viagens, visitas a museus e biblioteca, encerro esta jornada dizendo: O nome do Estádio Barão de Serra Negra, esta incorreto, corrija-o pois como esta grafado com “da” é errado. Prova disso: Existe rua na cidade sendo Barão de Serra Negra, a placa de inauguração do Estácio oferecida pela S.E. Palmeiras, consta Barão de Serra Negra, portanto senhores jornalistas, radialista e impressa geral, acostume dizer BARÃO DE SERRA NEGRA e não Barão “da” Serra Negra.
Falei e esta falado = Jair de Souza Palma, jornalista, radialista, pesquisador e historiador