quarta-feira, 8 de junho de 2022

MENSAGEM MAIS LINDA PARA O DIA DOS NAMORADOS


MENSAGEM MAIS LINDA PARA O DIA DOS NAMORADOS
http://jsp-radialista.blogspot.com/
Não existe sensação comparável ao sentimento de estar ao lado da pessoa amada. É uma sensação de emoção, segurança, paixão... Várias coisas ao mesmo tempo que resultam em apenas uma conclusão: é meu ou é seu? Será singular ?
Percebe-se todas as vezes que nos encontramos, cada encontro é um momento singular. É um instante único e incrivelmente especial, o nosso amor é tão lindo e incrível que todas as vezes que lhe encontro, percebo um momento extraordinário. O nosso toque, o nosso cheiro, o nosso beijo, tudo faz com que qualquer um de nossos encontros seja meu, seu e singular.




 

terça-feira, 7 de junho de 2022

PARA O DIA DOS NAMORADOS = UMA LINDA MENSAGEM DE AMOR


PARA O DIA DOS NAMORADOS, ESTA MENSAGEM DE AMOR PARA A PESSOA QUE VOCÊ AMA
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A vida é feita de momentos. Alguns passam rapidamente, outros são demorados e até eternos. Há momentos, no entanto, que são frágil, não envelhecem, pois estão sempre na memória. Por outro lado, é difícil saber quanto tempo vai durar. Impossível estimar exatamente quando o amor deixará de ser insistente. Outro desafio é transformar os momentos em ensinamento. Numa sucessão de fatos favoráveis para concretizar o amor e as juras eternas, é fácil imaginar que a vida não encontrará tão cedo a serenidade. As pessoas acabam estacionando nos momentos vividos no instante, mas é importante cultivar o amor a todos os momentos, assim como regar um vazinho de flôres, o amor precisa ser regado a todo e qualquer instantes na vida.
PARA O DIA DOS NAMORADOS, ESTA MENSAGEM DE AMOR PARA A PESSOA QUE VOCÊ AMA
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A vida é feita de momentos. Alguns passam rapidamente, outros são demorados e até eternos. Há momentos, no entanto, que são frágil, não envelhecem, pois estão sempre na memória. Por outro lado, é difícil saber quanto tempo vai durar. Impossível estimar exatamente quando o amor deixará de ser insistente. Outro desafio é transformar os momentos em ensinamento. Numa sucessão de fatos favoráveis para concretizar o amor e as juras eternas, é fácil imaginar que a vida não encontrará tão cedo a serenidade. As pessoas acabam estacionando nos momentos vividos no instante, mas é importante cultivar o amor a todos os momentos, assim como regar um vazinho de flôres, o amor precisa ser regado a todo e qualquer instantes na vida.




 

sábado, 4 de junho de 2022

LAMENTO DA ÁGUA = TEODORO TORREZAN


 

 

LAMENTO DA ÁGUA = TEODORO TORREZAN E JAIME CÚRCIO = RIO/ECO-92

Ontem, dia 03 de junho de 2.022, completou 30 anos da Primeira Conferência  das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, à Eco-92, realizada no Brasil - Rio de Janeiro de 03 à 14 de junho de 1.992. Então ....

Certo domingo a tarde, o poeta caipiracicabano, lá do bairro da Vila Rezende, sai para passear com seu bloquinho de anotações e caneta no bolso da camisa. Caminhava pelas ruas e avenidas do bairro e quando se deu conta, estava no Belvedere de Piracicaba, o Mirante, bem no Salto da Noiva da Colina ou melhor, no Véu da Noiva.

Já na entrada do Parque Ecológico de Piracicaba, cartão postal e principal da cidade de Piracicaba e ainda o local onde foi fundada a cidade, encontrou com um velho amigo músico, o Jaime Curcio, com seu banjovaco debaixo do braço. Os dois caminharam pelo aplausivo lugar, inspirações de muitos enamorados e poetas, de desceram junto a margem do Rio Piracicaba. Caminharam saltando e saltos sobre as pedras, até encontrar a sobra de jequitibá florido. Ai se ajeitaram. Jaime com seu banjovaco, começou a dedilhar alguns acordes da música Ave Maria de Erotides de Campos. Teodoro pucha do bolso seu bloco de notas e com a caneta em punho, começa a rabiscar e transcrever suas inspirações poéticas.

Teodoro e Jaime, tinham ouvido através de uma rádio local, que o Brasil iria sediar a primeira Conferência  das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, à Eco-92 ou Rio-92 entre os dias 03 e 14 de junho de 1992, na cidade do Rio de Janeiro.

Risco e rabisco daqui, acordes e melodias dali, um disse ao outro:
- Vamos fazer algo sobre o tema das Conferência e enviar para o concurso que iria ser realizado, como tema da Conferência? Ai então os dois começaram a dar mais atenção ao assunto. O poeta Teodoro com suas letras e rimas e o Jaime com seus acordes e melodias.

Silencio total, só se ouvia o banjovaco e os murmirios das águas do Rio Piracicaba.

Agum tempo depois, o poeta falou:

- Pronto. Esta pronta a poesia do Lamento da água. Vou mandar para a comissão da Conferência e quero ouvi-la na voz do locutor mais famoso do Brasil a declama-la.

O Jaime silenciou seu banjovaco e perguntou:

- Quem é este locutor que tu falas?

O que o Teodoro retrucou. Oras Jaime, é o famoso locutor do jornalismo da televisão, o Cid Moreira.

Dito e feito. Poesia premiada no primeiro lugar do concurso e no dia da abertura da primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no dia 03 de junho de 1992, na cidade do Rio de Janeiro, lá estava ele, o nosso Cid Moreira, declamando o Lamento da Água, de autoria de Teodoro Torrezan, com fundo melódico de Ave Maria do poeta e música yambém piracicabano, Aristides de Campos, o nosso Jaime Cursio com seu banjovaco fazendo fundo musical para o Cid Moreira declamar o poema de Teodoro Torrezan.

Então foi esta poesia, criada por um compositor da Vila Rezende, que foi brilhar na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no dia 03 à 14 de junho de 1992, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.




quarta-feira, 1 de junho de 2022

O causo das Escrituras


Olha a lambança que o Gaucho fez com a história da Bíblia Sagrada.

Humor Bíblico Antigo

Este texto anônimo, foi encontrado escrito a ponta de faca no balcão de um bolicho, hoje Tapera-RS, no Passo do Elesbão, ‘Quinto Distrito de Cacequi’:

O causo das Escrituras 



domingo, 29 de maio de 2022

O órgão que tocou sozinho - Mais uma história extraordinária e sobrenatural que a vida escreveu


O órgão que tocou sozinho - Mais uma história extraordinária e sobrenatural que a vida escreveu

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O piano é um instrumento musical de cordas percussivas inventado por Bartolomeo Cristofori em 1709, no qual, para a produção do som, cada tecla (peça de madeira), ao ser percutida, aciona um único martelo (peça de madeira recoberta por material macio, geralmente o feltro) que, então, toca nas cordas esticadas e presas numa estrutura rígida de madeira ou de metal… 

As cordas percutidas vibram e produzem o som, que é amplificado pela grande caixa de ressonância. Ganhou esse nome por oferecer ao instrumentista a possibilidade de um som leve ou forte na mesma tecla, dependendo da força empregada.

Por muito tempo foi o instrumento preferido das elites. O instrumento, além de ser considerado parte obrigatória da educação das mais refinadas famílias, prestava-se muito bem a saraus e reuniões, opções de convívio social adequadas à sociedade da época, e teve seu auge nos séculos 19 e 20. Por ser um instrumento caro, até por conta de seu tamanho, era ainda símbolo de status e poder, pois não era qualquer um que podia possuir um piano em casa.

Notícias dão conta de que durante todo o período do Brasil Colônia, a manutenção e até mesmo a fabricação de pianos eram entregues a artesãos. Alguns conseguiram construir pequenas fábricas, mas a pequena produção atendia apenas ao mercado regional e não fazia frente às importações de pianos europeus. No final do século 19 surgiu a primeira fábrica de pianos do Brasil, a Nardelli, em São Paulo, para competir com os instrumentos estrangeiros. Todas as peças eram importadas, e alguns modelos, todos de 85 teclas, possuíam a excelente mecânica americana Pratt-Read.

A partir daí, vários outros empreendedores, muitos deles judeus alemães que migraram para o Brasil e trouxeram na bagagem as técnicas construtivas de pianos, se dedicaram à fabricação desses instrumentos. O país chegou a ter cerca de 90 fábricas, oferecendo instrumentos dos mais variados níveis de qualidade. Marcas como Albert Schmolz, Cirei, Sohn Jeg, Natal, Lichtner, Lux, J. Hoelzl e outras surgiram e desapareceram sem deixar maiores vestígios. Outras, no entanto, se consolidaram e fizeram história.

Hoje o instrumento tem entrado em declínio, e a maioria dos fabricantes clássicos fechou as portas. Em 1909, mais de 364 mil exemplares eram vendidos por ano nos Estados Unidos. Hoje, não passam de 40 mil. Outros instrumentos tomaram o lugar e a preferência dos interessados em fazer música. Antes mais comuns, hoje os pianos são verdadeiras peças de museu.

A muito tempo atrás, na cidade de Piracicaba, Estado de São Paulo, chegou um novo vigário para comandar a Paróquia Imaculada Conceição de Vila Rezende. Era o ano de 1934 quando este padre Jerônimo Gallo, [ainda não era Monsenhor]; (1921 à 1951) resolveu ampliar a edificação da igreja, pois só tinha uma edificação de um templo só. 

Assim com a ajuda da dona Lydia Sophia de Souza Rezende e outras abnegadas paroquianas, com muito sacrifício, rifas, festas e quermesses conseguiram em 1936 concluir o tempo da antiga Igreja Imaculada Conceição, que foi benta pelo Bispo Dom João Nery.

Para unir o Templo primitivo com o Templo ampliado, o engenheiro da época fez um arco triunfal e neste arco, pintor Alessandro Wolf colocou a inscrição: "Tota pulchra es, o Maria, hic in terra sicut in caelo".

Assim que a igreja ficou pronta para receber seus fieis, Padre Gallo como era chamada  carinhosamente pelos paroquianos, resolveu comprar um orgão de tubo, semelhante ao da igreja lá de Turim, onde encontra-se Sudário de Cristo e onde ele foi ordenado padre.

Depois de pesquisar os preços, e sem condições da comunidade adquirir o orgão, pois o valor era de 1.500.000 liras italianas, cerca de 400 mil contos de reis, resolveram compra sim um orgão, porem compacto e com som semelhante aos de tubo. Este orgão era da marca Hammound, ano de 1936, fabricado nos Estados Unidos da América.

Feito a encomenda por telegrama e com o dinheiro já em mãos, só aguardava o orgão Hammound chegar a Piracicaba através da Estrada de Ferro Sorocabana, pela estação da Vila Rezende. Chegou com uma embalagem segura e direto para a Igreja Imaculada Conceição e sua primeira tecladista foi a dona Maria Eliza Manieiro, que sabia tocar musicas de piano e que teve como professora, uma das filhas do administrador do Engenho Central, dona Hasta.

Passou-se o tempo, dona Maria Eliza Maniero, faleceu e em seu lugar assumiu como tecladista a dona Bene (Benecdita Maria Dolores dos Santos Sampaio), que permaneceu ate sua morte em 1959. Assume a cadeira de organista a dona Rosa Maniero, irmã da dona Maria Eliza Maniero. Dona Rosa ficou como organista apenas uns 5 ou 6 anos, pois já era de idade e se afastou da tarefa de alegrar os paroquianos com as melodias do órgão Hammound e no seu lugar ocupou a cadeira, dona Hilda Bruzantin Gandini, que ficou até 2015 quando foi cometida por Mal de Alzheimer.

Com a demolição da Igreja Imaculada Conceição em 1968, este orgão Hammold foi transferido para o Instituto Baronesa de Rezende, das Irmãs Franciscanas.

Então o piano/orgão foi doado ao Instituto Baronesa de Rezende, colégio de Freiras Franciscanas, onde permaneceu encostado em um canto por alguns anos. Volta e meia, alunos, professores, freiras e outros funcionários eram surpreendidos com o instrumento tocando sozinho. Fala-se mesmo que um vigia da escola, após um concerto noturno assombroso, pediu demissão.

Acredita-se que o instrumento seja assombrado pelo espírito de um de seus antigos instrumentistas que, em vida, tinha muito gosto e orgulho em tocá-lo. Outros dizem ser o espírito da dona Bene e outros ainda dizer ser da dona Rosa.

Geralmente a música que se ouvia no órgão, era a "Viva a Mãe de Deus e nossa" e isso se conclui que quem conheceu a dona Rosa Manieiro, era uma das músicas que ela mais gostava de executa-la.

Só para complementar, a música "Viva a Mãe de Deus e nossa", passamos a relatar um pouco de sua criuação:

Composta em 1905, por ocasião do primeiro aniversário da romaria arquidiocesana de São Paulo ao Santuário Nacional de Aparecida (que naquela época ainda era a Matriz Basílica) e da coroação de Nossa Senhora Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil, a canção de autoria do Conde José Vicente de Azevedo é, até hoje, uma das mais famosas melodias dedicadas à Padroeira do Brasil.

Conta-se que a música foi composta em uma das viagens do Conde de São Paulo a Santos. Como não tinha papel, escrevera letra e melodia nas bordas de um jornal. Caindo no gosto e na devoção do povo, acabou se tornando a canção utilizada em outras edições da vinda da romaria paulistana a Aparecida.

Em 11 de maio de 1951, o então Cardeal Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, tornava a já tradicional melodia o Hino Oficial à Gloriosa Padroeira do Brasil, conforme decreto expedido naquela data. Desde então, a música passou a ser utilizada pelo Santuário Nacional nas celebrações marianas.

Voltando ao assunto anterior que falava do Órgão Hammound da Igreja Matriz e Paróquia da Imaculada Conceição de Vila Rezende, complementamos:

Hoje, “o órgão que toca sozinho” encontra-se em um museu da cidade, onde muitos funcionários dizem já tê-lo ouvido tocar sozinho. “Uma antiga funcionária, ouviu ele tocar. Eu nunca ouvi, se eu ouvir, vou parar de trabalhar, porque vou ficar com medo!”, brincou Mazé, coordenadora do Museu Histórico Pedagógico Prudente de Moraes.

A bem esclarecer que o piano só toca a noite e sempre as sextas feiras e sempre a mesma música "Viva a Mãe de Deus e nossa", de autoria do Conde José Vicente de Azevedo

Pra você que chegou até aqui, nossa gratidão! Agradecemos especialmente porque sua parceria fortalece  este nosso veículo de comunicação independente, dedicado a garantir um espaço de Resistência para quem não tem vez nem voz neste nosso injusto mundo de diferenças e desigualdades.